Do esquecimento como processo personificado (mascarado), mobilizado em nome de modernidade, desenvolvimento, progresso, civilização;
Do esquecimento que a generalizada tipologia de subúrbio determina em termos de materiais, conceitos e construções civis;
Do esquecimento que é a lembrança para a terra das corporações conglomeradas petroquímicas, burocráticas e bancárias;
Do esquecimento qual reinscrição e recomposição do real pela subversão no terreno de precursores valores e localizações;
Do esquecimento de flora e fauna e tecnologias nativas medidas em linhagens de árvores;
Do esquecimento de termos (outros) de comparação de respeito, necessariamente à escala Ibérica da Pateira;
Do esquecimento das religações passantes em procissão, das fontes e dos sentidos (e semânticas) das ruas;
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caption: Ao Cruzeiro, Fermentelos, [Junho, 2005], intervenção gráfica via Paint Shop Pro
